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terça-feira, 12 de junho de 2018


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domingo, 21 de setembro de 2014

terça-feira, 20 de março de 2012

Memória x Aprendizagem

Como se forma a memória? A informação captada transita pelos neurônios, células nervosas semelhantes a árvores sem folhas: os galhos seriam os dentritos; o tronco, o axônio; e as raízes, os terminais pré-sinápticos. Eles criam emaranhados de caminhos que se orientam em diversas direções. Quando os galhos de uma célula se encontram com as raízes de outra, forma-se uma sinapse, local de comunicação entre os neurônios e unidade elementar de armazenamento da memória. Lá acontece a síntese de proteínas, as trocas elétricas e a ativação de genes que provocam o armazenamento da informação. Quanto mais conexões, mais memória. Cada neurônio pode se comunicar com até outros mil. Como o ser humano tem de 10 bilhões a 100 bilhões dessas células, é possível haver até 100 trilhões de conexões sinápticas.  


Já na escola, memorizar foi sinônimo de decorar nomes, datas e fórmulas que seriam exigidos nas provas, nas chamadas e nos testes. Com base nos estudos sobre o processo de aprendizagem da criança, porém, concluiu-se que a decoreba era inimiga da educação. E a memória, confundida com repetição, foi posta de castigo.

Um grande erro. A memória é a base de todo o saber - e, por que não dizer, de toda a existência humana, desde o nascimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. 

Nos últimos 20 anos, a neurociência avançou muito nas descobertas sobre o funcionamento do cérebro. Hoje se sabe o que acontece quando ele está captando, analisando e transformando estímulos em conhecimento e o que ocorre nas células nervosas quando elas são requisitadas a se lembrar do que já foi aprendido. "Com isso o professor pode aprimorar suas estratégias de ensino", diz o neuropsiquiatra Everton Sougey, coordenador do curso de pós-graduação em Neuropsicologia da Universidade Federal de Pernambuco. Estão provadas, por exemplo, as vantagens de estabelecer ligações com o conhecimento prévio do aluno ao introduzir um novo assunto e de trabalhar também a emoção em sala de aula. O cérebro responde positivamente a essas situações, ajudando a fixar não somente fatos, mas também conceitos e procedimentos.

Quando assiste a uma aula, o estudante recebe informações de todo tipo, tanto visuais como auditivas. Elas se transformam em estímulos para o cérebro e circulam pelo córtex cerebral antes de serem arquivadas ou descartadas. Sempre que encontram um arquivo já formado (o tal conhecimento prévio), arrumam um "gancho" para o seu armazenamento, fazendo com que, no futuro, ela seja resgatada mais facilmente. "É como se o recém-chegado fosse morar em uma nova casa, mas em rua conhecida", ilustra Elvira Lima. Quando essa informação é resgatada da memória, trilha os mais variados caminhos. Se eles já tiverem sido percorridos anteriormente, a recuperação de conhecimentos será simples e rápida. O que não tem nada a ver com decoreba.

O professor deve oferecer formas de conexões para que o estudante aprenda um conteúdo fazendo referência aos arquivos já formados para abrigar a nova informação;  usando abordagens diferentes e estimulando outros sentidos. É importante investigar os conhecimentos prévios da turma e recordar conteúdos de aulas anteriores, para formar os "ganchos" e dispor de diferentes estratégias de ensino. 


Trechos tirados do site: http://educarparacrescer.abril.com.br 

terça-feira, 4 de maio de 2010

Doença de Alzheimer e Reabilitação: algumas informações importantes

O desenvolvimento de dificuldades progressivas com a memória durante o processo de envelhecimento tem sido interpretado de diferentes formas ao longo dos anos. O próprio Alois Alzheimer, ao descrever a doença que hoje recebe seu nome, sugeriu que o quadro demencial por ele observado representava uma “forma de envelhecimento acelerado”.

De fato, há várias evidências de que o desempenho intelectual do idoso normal apresenta discreta deterioração em tarefas que exigem maior velocidade e flexibilidade no processamento de informações.

A presença de sintomas depressivos e ansiosos parece ser uma importante fonte de vivência subjetiva de deterioração da memória não necessariamente considerada uma demência.

A demência ou o mal de Alzheimer é uma doença cerebral degenerativa primária, com aspectos neuropatológicos e neuroquímicos característicos, de início insidioso e desenvolvimento lento. Pode dar-se na meia idade ou até mais cedo (pré-senil), apesar de a maior incidência ocorrer em idade mais avançada. Quando o início dos sintomas aparece tardiamente, entre os 65 e 80 anos, são observados progressão lenta e comprometimento da memória como aspecto principal.
O diagnóstico de DA baseia-se no quadro clínico e na exclusão de outras causas de demência por meio de exames laboratoriais, sendo a avaliação neuropsicológica essencial para seu diagnóstico, já que avalia todo funcionamento cognitivo do indivíduo.

O quadro clínico da demência de Alzheimer caracteriza-se, de uma forma geral, por progressivo distúrbio da memória, associado a alterações na linguagem, nas habilidades atencionais, visuomotoras e visuoespaciais, além de alterações comportamentais. Muitas vezes, porém, dificuldades em estabelecer relações semânticas não são evidenciadas no início da doença.

Do ponto de vista clínico, a avaliação do grau de consciência da doença é relevante, pois a adesão ao tratamento e o desenvolvimento de intervenções não-medicamentosas, assim como de estratégias dirigidas ao aumento o bem-estar de pacientes e familiares, dependem em grande parte de quanto os pacientes reconhecem seu estado.

Após o diagnóstico, a reabilitação do paciente é imprescindível. Desta forma, a Reabilitação Neuropsicológica é um processo ativo que visa capacitar pessoas com déficits cognitivos causados por lesão ou doença, para que essas adquiram um bom nível de funcionamento social, físico e psíquico. Dessa maneira, a reabilitação implica maximizar funções cognitivas por meio do bem-estar psicológico, da habilidade em AVD e do relacionamento social, além de diminuir os déficits que ocasionam afastamento e isolamento social, dependência e discriminação.

Salienta-se ainda que foi descrito apenas  um panorama geral da doença, sendo importante a procura de profissionais especializados para detecção da problemática do paciente, orientação dos familiares e/ou encaminhamentos necessários.

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domingo, 13 de setembro de 2009

ATENDIMENTOS REALIZADOS

  • Avaliação Diagnóstica em Neuropsicologia e/ou Psicopedagogia
  • Atendimento Psicológico
  • Reabilitação Cognitiva
  • Atendimento Psicopedagógico nos diversos Distúrbios e Dificuldades de aprendizagem, Déficit de atenção e hiperatividade.
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Consultório: R: Padre Estevão Pernet, 733 - Tatuapé
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