quinta-feira, 1 de março de 2012

Alzheimer revertido pela primeira vez

Pela primeira vez, foi revertida a doença de Alzheimer em pacientes com a doença há mais de um ano. Os cientistas usaram a técnica de estimulação cerebral profunda, que usa elétrodos para aplicar pulsos de eletricidade diretamente no cérebro. Investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderados por Andres Lozano, aplicaram estimulação cerebral profunda em seis pacientes.

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer.
Nos outros quatro, foi parado o processo de deterioração.
Nos portadores de Alzheimer, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher.
O centro de memória funciona no hipocampo, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo.
Desta feita, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.
Durante a investigação, a equipe de cientistas canadianos instalou os dispositivos no cérebro de seis pessoas que tinham sido diagnosticadas com Alzheimer, há, pelo menos, um ano.
Foram colocados elétrodos perto do fórnix, conjunto de neurônios que carregam sinais para o hipocampo, aplicando, depois, pequenos impulsos elétricos, 130 vezes por segundo.
Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento do hipotálamo de 5% e, outro, 8%.
Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida a doença.
Os cientistas têm, contudo, ainda de conhecer mais sobre o modo como a estimulação funciona no cérebro.

 Veja como o Alzheimer age no cerebro 

 


 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"Stress" - O grande vilão da atualidade

O "STRESS" é uma reação que o nosso organismo tem quando superestimulado por fatores internos e externos desfavoráveis. O que ocorre é uma descarga desnecessária de adrenalina e quem mais sente estes sintomas é nosso corpo e mente. Temos que nos atentar, já que o stress é o causador primário de muitas doenças e também podem originar perturbações mentais. Apesar disso, existe o "stress positivo" que é aquele que nos impulsiona a realizar e a concretizar coisas e nos possibilita um nível adequado de adrenalina.

Existem as fases do Stress, que se sucedem, quando os agentes responsáveis pelo Stress continuam agindo, sem interrupção. São elas:

Fase de alerta
É quando o organismo depara-se com um estressor e é mobilizado, assim se prepara para a ação por meio de reações bioquímicas complexas (aumento da frequencia cardíaca e pressão arterial; contração do baço; liberação das reservas de açúcar e gorduras na corrente sanguínea; aumento da produção de hormônios; aumento da frequencia respiratória e tensão dos músculos). O organismo busca achar o equilíbrio, mas se o estressor não for eliminado; passa-se para fase seguinte.

Fase de resistência

O estressor persiste e as reações da fase anterior sofrem regressão, mas na tentativa de homeostase, ocorre hiperatividade córtico-supra-renal e disperdício de energia que seria usada em outras atividades.

Fase de quase exaustão

 Nesta fase, a tensão excede o limite de controle do organismo e a resistência começa a se romper. A pessoa enfrenta uma gangorra emocional. Aparecem as consequências mentais, emocionais e físicas do estresse.

Fase de exaustão

Esta é a fase mais negativa e também chamada de patológica. Ocorre agravemento do desgaste do organismo e do quadro sintomatológico; que estão descritos a seguir:

Sintomas físicos e psíquicos:

- Taquicardia, palidez, sudorese e respiração ofegante;

- Boca e gargantas secas;

- Problemas gastrointestinais;

- Flutuação do peso;

- Distúrbios dermatológicos;

- Pode haver também um descontrole da pressão arterial e provocar um aumento da pressão à níveis bem altos, mas não siginifica que a pessoa seja hipertensa;
- Manifesta-se uma gama de reações de ordem psicológica e psiquiátrica; 

- Agressividade anormal;

- Inquietação;

- Ansiedade e/ou depressão;

- Vontade de chorar sem motivo aparente;
- Escassez da capacidade de concentração;

- Sensação de enfraquecimento ou de tontura;

- Sensação de fadiga e tristeza;

- Sensação de medo e temor sem causa justificada;

- Tremores e tics nervosos;

- Insônia;

- Mãos frias e aumento do suor;

- Dores de cabeça constantes;

- Distúrbios menstruais;

- Dores nas costas, cervicais e pescoço;
- Falta de apetite ou ansiedade por comer;

- Autoestima rebaixada;

- Medos, ruminação de idéias, exacerbação de atos falhos e obsessivos, entre outros.

- Existem também as "fugas", a pessoa refugia-se na bebida e mesmo no consumo de drogas ilícitas de uso e abuso, além de aumentar a quantidade de cigarros fumados, quando for fumante.


Aqui estão algumas medidas para combater o "Stress"; porém, procure um especialista para identificar com está acontecendo com você!!! O combate ao stress não é fácil, mas existem algumas medidas que aliviam e podem ajudar muito.

- Faça exercícios físicos ou pratique esportes regularmente;
- Arrume um hobby ou um passatempo;

-Melhore seus hábitos alimentares;
- Procure sair de férias, se for possível, e deixe de se preocupar tanto;

- Faça planejamentos de suas atividades a curto parazo, de tal forma que não se sinta pressionada, desorganizada e sem rumo. Não devemos fazer planos em longo prazo porque nos provocará mais ansiedade;

- Tenha pensamentos positivos e controle seus sentimentos negativos;

- Busque um momento do dia para deixar de lado os problemas que nos atormentam;
- Durma pelo menos 8 horas por dia;

O atendimento clínico é fundamental nestas condições.
Ligue e marque uma consulta!!!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Transtorno da matemática

        A matemática como uma expressão da mente humana, ativa os reflexos, contempla a razão e o desejo pela perfeição estética. É também chamada por muitos de linguagem universal (é uma linguagem porque é formada por signos lingüísticos, que passam idéias e significados). Ela pode ser dividida em matemática pura e aplicada. Seus elementos básicos são a lógica e a intuição, análise e construção, generalização e individualização; mas para muitas crianças, a matemática ainda é um bicho de sete cabeças. Muitos não compreendem os problemas que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o problema está pedindo. Alguns, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá.
        Na pessoa com dificuldade, o desempenho não é compatível com a capacidade cognitiva; a dificuldade ultrapassa a enfrentada por seus colegas de turma sendo, geralmente, resistente ao seu esforço pessoal e ao de seus professores em superá-la, gerando uma autoestima negativa podendo também surgir comportamentos que causam problemas de aprendizagem, complicando as dificuldades na escola. A Matemática vem ocupando um posto de disciplina mais difícil e odiada, o que torna difícil sua assimilação pelos estudantes. Então, antes de diagnosticarmos um Transtorno da Matemática, é necessário verificar se o problema não está no currículo ou na metodologia utilizada. Eis aqui a importância de um profissional experiente.
        Existem alguns fatores que devem ser investigados pelo profissional antes de diagnosticar um Transtorno da Matemática. Algumas causas relacionadas simplismente a dificuldade na matemática e não ao Transtorno em si devem ser eliminadas ou até melhor investigadas e encaminhadas aos profissionais especializados. São elas:

- Ansiedade;

- Medo de fracassar;

- Falta de motivação por algum motivo que deverá ser investigado;

- Déficit na metodologia de ensino;

- Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade – TDAH;

- Déficits cognitivos (memória, atenção, organização, planejamento, percepção...);

- Problemas visuais, auditivos;

- Doenças neurológicas e/ou psiquiátricas;

- Acalculia (total falta de habilidade para desenvolver qualquer tarefa matemática, que geralmente indica um dano cerebral);

- Distúrbios de leitura e escrita, entre outros.

        Já o Transtorno da Matemática, também conhecido como Discalculia, não está relacionado à ausência de habilidades matemáticas básicas ou somente aos fatores já citados, mas está associado a forma com a qual a criança associa essas habilidades com o mundo que a cerca. O discalcúlico não consegue compreender os processos matemáticos. A criança com discalculia pode ser capaz de entender conceitos matemáticos de uma forma concreta, uma vez que o pensamento lógico está intacto, porém tem extrema dificuldade em trabalhar com números e símbolos matemáticos, fórmulas e enunciados.
        O Transtorno não é uma doença e não é, necessariamente, uma condição crônica. Segundo estudos da área, a discalculia infantil ocorre em razão de uma falha na formação dos circuitos neuronais, ou seja, na rede por onde passam os impulsos nervosos. Normalmente os neurônios - células do sistema nervoso - transmitem informações quimicamente através de uma rede. A falha de quem sofre de discalculia está na conexão dos neurônios localizados na parte superior do cérebro, área responsável pelo reconhecimento dos símbolos.

Segundo o DSM-IV (Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais), a característica essencial do Transtorno da Matemática consiste em uma capacidade para a realização de operações aritméticas (medida por testes padronizados, individualmente administrados, de cálculo e raciocínio matemático) acentuadamente abaixo da esperada para a idade cronológica, a inteligência medida e a escolaridade do indivíduo (Critério A).
Além disso, a perturbação na matemática interfere significativamente no rendimento escolar ou em atividades da vida diária que exigem habilidades matemáticas (Critério B). Em presença de um déficit sensorial, as dificuldades na capacidade matemática excedem aquelas geralmente a este associada (Critério C).
Caso esteja presente uma condição neurológica, outra condição médica geral ou déficit sensorial, isto deve ser codificado no Eixo III. Diferentes habilidades podem estar prejudicadas no Transtorno da Matemática, incluindo habilidades "lingüísticas" (por ex., compreender ou nomear termos, operações ou conceitos matemáticos e transpor problemas escritos em símbolos matemáticos), habilidades "perceptuais" (por ex,. reconhecer ou ler símbolos numéricos ou aritméticos e agrupar objetos em conjuntos), habilidades de "atenção" (por ex., copiar corretamente números ou cifras, lembrar de somar os números "levados" e observar sinais de operações) e habilidades "matemáticas" (por ex., seguir seqüências de etapas matemáticas, contar objetos e aprender tabuadas de multiplicação).
                 As características comuns às crianças com Discalculia são:

- Lentidão na velocidade de trabalho;

- Problemas com a orientação espacial;

- Dificuldades para lidar com operações ( soma, subtração, multiplicação, divisão);

- Dificuldade de memória de curto prazo;

- Não automatiza informações (armazenar e buscar o que foi ensinado);

- Dificuldade de memória de longo prazo (esquece o que é o trabalho de casa);

- Dificuldade em lidar com grande quantidade de informação de uma vez só;

- Confusão de símbolos ( = + - : .);

- Dificuldade para entender palavras usadas na descrição de operações matemáticas como “diferença”, “soma”, “total”,” conjunto”, “casa”, “raiz quadrada”;

- Tendência a transcrever números e sinais de forma errada;

- Apresentam dificuldade com sequenciais numéricas;

- Dificuldade com medidas;

- Dificuldade no passo a passo de contas e situações problema;

- Dificuldade para contar através dos números cardinais e ordinais, entre outras.


De qualquer forma, se a criança apresentar as características citadas, realize uma avaliação de um profissional da área e/ou marque uma consulta conosco.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alunos puramente copistas atingem um terço da população brasileira

O site O GLOBO publicou em maio de 2011, um artigo tratando de alunos copistas.
Esse tipo de aluno, mais comum do que podemos imaginar, principalmente em escolas públicas, é um exemplo recente do analfabetismo funcional, que no país atinge um terço da população. Dos que aprenderam a ler e escrever mais tarde, entre 9 e 14 anos - característica do copista, só 13% se tornaram plenamente alfabetizados, apontam dados inéditos calculados pelo Instituto Paulo Montenegro a pedido do GLOBO, sobre jovens de 15 a 24 anos das nove principais regiões metropolitanas do país.

O analfabeto funcional é quem lê mas não interpreta um texto, mas o copista é quem só copia, não sabe que o "a" que escreveu, por exemplo, é um "a". Eles normalmente não entendem nada do que está escrito na lousa.
Segundo Marilene Proença, professora da USP, são crianças que não se apropriam do significado das palavras. Mas vão galgando as séries porque, como copiam, conseguem cumprir algumas tarefas em sala.

O aluno copista é forte candidato a ser um analfabeto funcional ao longo da vida - diz Ana Lúcia Lima, diretora-executiva do Instituto Paulo Montenegro, que desde 2001 calcula o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf). - Ele tem grande risco de se tornar o chamado alfabetizado rudimentar: reconhece algumas palavras, escreve um bilhete, dá um troco e pronto.

Dois dos principais motivos apontados para o analfabetismo funcional são alfabetização tardia e baixa escolaridade dos pais. Segundo dados inéditos do Instituto Paulo Montenegro, sobre jovens das Regiões Metropolitanas, entre os alfabetizados plenos, 90% aprenderam a ler até os 8 anos. Quando o pai ou a mãe tem o fundamental, cerca de 69% dos filhos são analfabetos funcionais ou alfabetizados em nível básico. Mas, quando o pai ou a mãe tem nível superior, até 75% são alfabetizados plenos.
O peso da educação dos pais na dos filhos é mostrado ainda por dados do Pnud sobre jovens na América Latina. Quando os pais têm nível secundário, os filhos têm 5,4% de chance de chegar à universidade; já quando os pais têm nível universitário, os filhos têm 71,6% de chance de ir à faculdade. O pai de Vanderson, Jorge Salindo, estudou até a antiga 5 série; teve de ir "trabalhar em obra para ajudar em casa".
No caso do copista, haveria mais um motivo: um sistema de ciclos ou progressão continuada malfeito. Aí, o aluno, mesmo só copiando, avança nas séries sem repetir.

Se seu filho ou aluno é um copista, procure ajuda especializada para identificar  o que está acontecendo!!!
Ligue para a clínica e marque uma consulta!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A difícil arte das mães que trabalham

Se você é mãe, é bem provável que tenha pensado, pelo menos uma vez, se deveria mesmo voltar ao trabalho após o nascimento de seu filho. De fato, deixar a criança não é nada fácil. Mas para muitas mulheres, largar o emprego para cuidar do filho não é uma opção viável financeiramente; outras não gostariam de deixar a vida profissional de lado. Diante desse dilema, é cada vez mais comum encontrarmos mães que trabalham em casa ou fazem dupla/tripla jornada.


Uma pesquisa realizada por Cecília Russo Troiano revela o impacto na vida dos filhos quando a mãe não abre mão de trabalhar fora de casa:
- As crianças hoje encaram com naturalidade o fato de ambos os pais trabalharem:

A afirmação "acho natural minha mãe trabalhar fora" é dita por 91% das entrevistadas. Vários sentimentos estão envolvidos na relação com ambos os pais: a saudade e a falta de tempo são alguns deles. Mas todos concordam que não dá para viver sem os frutos do trabalho e têm ampla consciência de que, quanto mais bem-sucedidos os pais, maiores os benefícios para si (boas escolas, brinquedos, viagens, lazer), segundo 68% dos filhos.

- Questionados sobre porque o pai e a mãe trabalham, o repertório de explicações apontam, em primeiro lugar, para ganhar dinheiro, em segundo lugar, para dar uma vida melhor à família, depois para comprar coisas para os filhos e, em quarto lugar, porque eles gostam.

- Amiga e carinhosa são atributos clássicos associados às mães e os que encabeçam a lista na hora dos jovens definirem suas mães, mas trabalhadora é o primeiro adjetivo citado, com 55% de menções, mas também as consideram menos protetora e mais inteligente do que os filhos das que não trabalham fora de casa.

-Todos, sem exceção, elegeram uma imagem da mulher na cozinha como representativa da mãe - ou seja, trabalhe ou não fora, ela ainda é responsável por alimentar a família.

- O modelo tradicional de paternidade, o do provedor, ainda é a imagem mais forte na mente dos filhos: 64% apontam essa característica para definir o pai, mas depois de trabalhador, a segunda palavra associada aos pais é brincalhão (40%), o que mostra que os homens têm mais tempo e disposição mental para viver momentos de lazer com sua prole. Na hora de escolher imagens que representem o pai, as crianças escolheram várias associadas ao mundo profissional, mas uma das campeãs foi a do pai relaxando, sem fazer nada!

- Muitos filhos não sabem qual é exatamente o trabalho dos pais. Curiosamente, as meninas sabem mais do que os meninos. Em geral, os filhos sabem mais sobre o trabalho da mãe do que dos pais. Provavelmente, as mães justificam mais a sua ausência e dão mais detalhes sobre os motivos de estar fora de casa. Pode ainda existir o estilo de pai mais fechado, que divide pouco os assuntos profissionais com a família.

- As crianças se adaptam ao que vivenciam. Prova disso é que, quase na mesma intensidade, os filhos estão satisfeitos com a opção da mãe de não trabalhar ou de trabalhar fora. Em ambos os casos, 75% aprova a decisão da mãe, seja ela qual for

- Em um termômetro medindo a felicidade dos filhos (de 13 a 22 anos), a nota média dada por eles mesmos foi de 8,5, sejam filhos de mães que trabalham fora ou mães em período integral.


Enfim, o que normalmente acontece é a criança ver a mãe rapidamente pela manhã e depois só à noite, após o trabalho. Nesse intervalo, bate uma saudade e até uma pontinha de ciúmes da babá ou da professora da escola. Veja algumas dicas da Revista Crescer para se manter bem próxima do seu filho, mesmo quando você não está em casa:

- Ligue para ele: Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostrou que o cérebro da criança reage da mesma maneira – liberando ocitocina, o hormônio do bem-estar – com o contato físico ou com um telefonema da mãe.

- Faça uma gravação: Pode ser lendo uma história, cantando uma música ou apenas mandando um recado para dizer que está com saudades. Dessa forma, seu filho vai poder ouvir a sua voz sempre que quiser.

- Converse com uma câmera pela internet: Se você trabalha em um escritório, verifique se é possível instalar um programa de conversa instantânea com uma webcam para falar e ver seu filho ao mesmo tempo. Você pode reservar 15 minutos do horário do seu almoço para conversar com ele.
- Deixe seu filho brincar com um objeto seu: Pode ser uma peça de roupa, com o seu perfume, seus colares ou qualquer outro objeto que lembre você e possa divertí-lo.

- Coloque uma foto sua na lancheira: Se for do fim de semana, melhor ainda e se ele já souber ler, você pode escrever um bilhete com uma mensagem carinhosa.


Lembre-se que daqui a alguns anos esses bebês vão reivindicar independência e desenvolver seus próprios interesses. Eles vão se orgulhar da mãe e de suas realizações, vão também se espelhar nisso. É importante a mulher agir, consciente dessa evolução, sempre considerando os dois lados da relação mãe e filho para fazer a melhor escolha para ambos.